Bruxelas em um dia: o que ver/fazer?

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Olá pessoal, tudo beleza?

O post de hoje é sobre BRUXELAS! Essa cidade linda e maravilhosa que fez eu me apaixonar por ela em apenas um final de semana! Na verdade, difícil seria não amar a Bélgica (e olha que só fomos em duas cidades e ficamos só por 3 dias! Imagina se fosse mais tempo?!), um país lindo, limpo, cheio de história e arte!

Quero dividir aqui com vocês um pouco do que vivemos na nossa rápida viagem e algumas dicas que acho que podem ajudar você na hora de fazer o seu roteiro, então, confere aí!

Como chegar?

Chegar no centro de Bruxelas é muito fácil, tanto se você chegar pelo aeroporto internacional Brussels Airport – BRU ou pelo Brussels Charleroi Airport – CRL (opera voos de companhias low cost). Você pode ir para o centro de Bruxelas de taxi, ônibus ou trem.

No nosso caso, que chegamos pelo Brussels Charleroi, pegamos um shuttle (ônibus) que custou ida e volta 28 euros (comprado direto nesse site) que leva cerca de 1 hora para te deixar no centro de Bruxelas. É superconfortável e tranquila a viagem! Vi em alguns posts pessoas dizendo para evitar o Charleroi, mas não acho que é assim não! Primeiro que os voos até lá são bem mais em contas e mesmo que não seja localizado em Bruxelas, ele te leva até a estação Brussels Midi – Zuid que para a estação central é apenas 5 minutos de metrô! Os ônibus saem de acordo com as chegadas dos voos (praticamente a cada 20 minutos tem um) e dispõe de vários horários saindo de Bruxelas a partir das 3 e meia da manhã. Você pode consultar os horários clicando aqui.

Para encontrar o ônibus no aeroporto é muito fácil! Basta seguir até a saída 4 e o ponto do ônibus estará logo na sua frente!

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Se você for chegar de trem, recomendo que chegue na Bruxelles-Central, uma vez que é perto dos principais pontos turísticos), mas, uma dica importante é analisar onde está seu hotel ou ir de acordo com seu roteiro e parar onde for melhor. Você tem outras duas opções que são as Bruxelles-Nord ou a Bruxelles-Midi (Zuid), que também são super bem localizadas e dispõem de metrô e ônibus.

Por que devo conhecer a Bélgica?

Quando resolvemos ir para a Bélgica, não sabíamos de quase nada sobre o país. Conhecia Brugges pela internet e sempre sonhei em visitar, mas, até então, não tinha lido nada sobre a Bélgica. Quando comecei a pesquisar, pensei: por que se fala tão pouco na Bélgica? Por que ela não é incluída nos roteiros de viagens pela Europa? Fiquei indignada porque o país é maravilhoso! A capital, Bruxelas, é uma cidade limpa, organizada, com uma ótima linha de metro e supertranquila de ser conhecida também a pé! O que notamos é que os preços de metrô e ônibus, comparados aos da Itália, por exemplo, são um pouco mais caros, mas não deixam nada a desejar no serviço.

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Foto: Chrystian Menezes/Priscilla Menezes

Além de tudo, entendi o por que a Bélgica é o país do chocolate, da batata frita e do waffle: as ruas literalmente cheiram a chocolate e por onde você vai você encontra waffles maravilhosos e batatas fritas espalhadas por toda a cidade! Sem falar nas cervejas né? Uma das principais atrações da cidade haha

Foto: Chrystian Menezes/Priscilla Menezes

O país tem 3 idiomas oficiais: Francês, holandês e Alemão, mas, como toda boa cidade europeia, o inglês é super falado e você consegue se localizar muito bem através das placas e tal.

Como nós chegamos na sexta à noite e só tivemos o sábado para conhecer Bruxelas, resolvemos fazer um roteiro com os principais lugares que queríamos conhecer, mas, que não fosse com correria, porque queríamos desfrutar das ruas lindas e charmosas da cidade, andar pelas lojas de chocolates e desfrutar de toda a história do lugar. Recomendo que você compre o Brussels Card (você pode comprar aqui), que é um cartão que te dá descontos ou entrada free em vários museus da cidade, além de descontos em restaurantes. Você pode optar também pelo o que tem o transporte incluso (Brussels Card + STIB) e usufruir de 24 horas de transporte gratuito (você pode escolher o de 24hr, 48 ou 72). Você pode comprar online e depois, caso compre com transporte incluso, basta que, com seu Brussels card impresso, você vá em uma das máquinas que têm nas estações de metrô e imprima um cartão usando um código que vai estar no seu Brussels card e pronto. Abaixo uma foto de todas as linhas que você pode usar pela STIB.

Linhas transporte

 Bruxelas em um dia

Como disse lá em cima, tivemos uma noite e um dia inteiro em Bruxelas, porque no domingo fomos para Brugges (recomendo bate e voltas saindo de Bruxelas como para Brugges, Gent, Leuven, etc), mas foi o suficiente para desfrutarmos de muita coisa linda da cidade!

Primeira Parada: GRAND PLACE

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Foto: Chrystian Menezes/Priscilla Menezes

Chegamos de noite em Bruxelas mas deu tempo de visitar a Grand Place e ver como ela é maravilhosa a noite! Ficamos hospedados na rua de trás da praça, em um Hotel muito lindo que recomendo! Se chama Hotel Mozart, é todo no estilo oriental, a coisa mais linda! Fica no coração de Bruxelas com cervejarias, bares, restaurantes, tudo em baixo do hotel e a rua é super movimentada à noite! Saindo de lá, fomos direto para a praça: Símbolo da cidade, patrimônio da Unesco, cartão postal e eleita uma das praças mais belas da Europa, a Grand Place é um lugar para você admirar por pelo menos uma hora. Antes de vermos pessoalmente, já sabíamos que era linda, mas, quando você chega lá, tudo muda. O lugar é mágico! Além de linda, é imponente e majestosa com seus prédios com pinturas a ouro e aquela arquitetura maravilhosa cartão postal belgo. Vimos ela à noite e durante o dia e é difícil dizer em qual horário ela é mais linda. De noite ela é totalmente iluminada e tem um clima maravilhoso cheio de pessoas sentadas no chão da praça bebendo, conversando e admirando o lugar. De dia, possui vários restaurantes e cafés e é tão linda quanto de noite. Um lugar para se ir pelo menos uma vez na vida.

Foto: Chrystian Menezes/Priscilla Menezes

Antigamente, a Grand Place funcionava como mercado, onde eram vendidos principalmente alimentos. Uma curiosidade é que, devido à isso,às ruas em volta da praça possuem nomes de comidas, como por exemplo Rue au Beurre (rua da manteiga), Rue de Marché aux Fromages (rua do mercado de queijos), Rue de Marché aux Herbes (rua do mercado de ervas) e assim por diante. A Praça é cheia de histórias, então, vale a pena antes de você ir, ler um pouco a respeito!

Fizemos um giro pela praça bem cedinho para fazer fotos e em seguida fomos andar pelas ruas ao redor. Recomendo que você vá, logo ali atrás da Grand Place, na Grasmarkt, onde tem a estátua do Homem e seu cachorro. O lugar é lindo, cheio de opções gastronômicas e lojas de souvenires.

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Foto: Chrystian Menezes/Priscilla Menezes

Aproveitando a região da Grand Place, você encontra a maravilhosa loja de chocolates da Godiva (mais cara que as outras, porém a mais tradicional) e encontra também o famoso e adorável Manneken Pis, aquela adorável estátua pequenininha do menino fazendo xixi que é cartão postal da cidade e foi nossa segunda parada! Uma das versões conta que, no final do século XII, o filho de um duque foi encontrado urinando contra uma árvore no meio de uma batalha e foi por isso celebrizado numa estátua de bronze como símbolo da coragem militar do país. Uma curiosidade legal é que, em determinadas épocas do ano, a estátua é coberta com fantasias! Fica uma graça! Vale a pena conferir! Ele fica localizado na junção das ruas Rue de l’Étuve/Stoofstraat  e Rue du Chêne/Eikstraat.

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Foto: Chrystian Menezes/Priscilla Menezes

Se você quiser tomar um café por ali perto, recomendo o café Maison dandoy, muito antigo na cidade e bastante recomendado! Andando nas ruas ao redor da Grand Place, você encontra também várias artes pintadas na rua, uma vez que a Bélgica é o lugar onde foram criados Tim Tim e os Smurfs e eles estão pintados nas paredes, deixando as ruas ainda mais bonitas! Nós não formos conhecer, mas você pode ir conferir o Museu das Histórias em quadrinhos e conferir direitinho toda a história belga das artes em quadrinhos.

Um lugar que também é digno de passagem é a  Galeries Royales St Hubert, o shopping coberto mais antigo da Europa Ocidental, que fica logo ali pertinho, na mesma região. O lugar possui várias boutiques de luxo, além de várias lojas maravilhosas de chocolates e a super falada Le Pain Quotidien, digna de uma pausa para um café. A Galeria se divide em três partes e atravessa de um lado ao outro do quarteirão.

Foto: Chrystian Menezes/Priscilla Menezes

Segunda Parada: MONT DES ARTS, ROYAL SQUARE E MUSEU DOS INSTRUMENTOS MUSICAIS

Esses três lugares ficam a poucos minutos da Grand Place e são maravilhosos! Da parte de cima do Mont des Arts você consegue ver o topo do prédio da prefeitura e tem uma vista para o lindo jardim que tem ali. O local foi feito pelo Rei Leopoldo dedicado à artes e conta com uma área que compreende 10 dos maiores museus e galerias da cidade. Do lado esquerdo dos jardins você encontra a Bibliothèque Royale, que foi fundada em 1837 e tem um acervo que inclui livros, periódicos, anuários e manuscritos, dentre outros itens, sendo muitos deles da Idade Média.

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Foto: Chrystian Menezes/Priscilla Menezes

Um pouco mais à frente, seguindo nosso roteiro, paramos no Museu dos Instrumentos Musicais, que foi entrada free devido ao Brussels Card, mas, se você não tiver o card, pode ir no museu pagando 8 euros. Ele fica aberto das 9:30 às 17 durante a semana e fica localizado na Rue Montagne de la Cour. A fachada do prédio é linda e super recomendo a visita! O museu conta com um acervo enorme e bastante diversificado, onde são expostos mais de 7.000 instrumentos musicais de todos os tempos, desde a época medieval até os dias de hoje! Um dos detalhes que me chamaram atenção para a visita foi o fato de ser possível ouvir os sons dos mais diversos instrumentos de várias épocas com um fone de ouvido que você recebe logo na entrada. Infelizmente  quando fomos, não estava funcionando! Fiquei arrasada, mas, mesmo assim, a visita valeu muito a pena. Além das exposições, o museu conta também com uma sala de concerto, espaço para workshops, loja, livraria e um restaurante no terraço com uma vista panorâmica para a cidade. É uma boa opção se você quiser fazer uma pausa para almoçar. Existem outros museus na região, mas infelizmente não conseguimos ir em todos, mas, se você tem mais tempo, pesquise e aproveite que está na região para fazer tudo de uma vez.

Foto: Chrystian Menezes/Priscilla Menezes

Em seguida, paramos na Royal Square, um lugar maravilhoso e cheio de história. Aos arredores, você encontra a Igreja Saint Jacques sur Coudenberg, uma estrutura incrível construída entre 1776 e 1787 e que funciona como a catedral da diocese para as forças armadas. Logo em seguida você vê o Palais de Bruxelles (Palácio Real) Construído no século XVIII que é aberto para visitas durante todo o verão.

O Palácio não é a moradia oficial da família real, mas serve como sede administrativa da família para fins de reuniões do rei com representantes políticos e embaixadores e também para encontros das família como concertos, almoços, etc.

Nos arredores do palácio, você pode aproveitar, caso tenha tempo, para ir ao Museu Belvue, onde está toda a história da monarquia belga. O acervo conta com mais de 1500 itens entre documentos históricos, filmes, fotos e objetos antigos que retratam a história da Bélgica desde 1830 até os dias de hoje. Infelizmente não deu tempo de ir, mas pelo o que já li e vi das recomendações, o lugar merece uma visita. O ingresso custa 6 euros e tem desconto caso você tenha o Brussels card.

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Foto: Chrystian Menezes/Priscilla Menezes

Restaurantes

Como já disse la em cima, Bruxelas é famosa por sua batata frita, waffle, chocolates e suas cervejas, e também por seus mexilhões, prato típico belga que você encontra em todos os restaurantes. Nós particularmente não comemos por que não é muito a nossa praia, mas se você gosta de molusco, não pode deixar de provar esse famoso e recomendado prato!

Se você estiver aos arredores da Grand Place, estará bem servido. Seja de waffles ou pratos típicos. Geralmente, um waffle puro custa 1 euro, e, de acordo com o que você vai acrescentando, ele aumenta de preço. Nós compramos um bem grande, que veio com morango, banana, kiwi, chantili e chocolate e pagamos 6 euros!

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Foto: Chrystian Menezes/Priscilla Menezes

Se você quiser almoçar na praça, saiba que vai pagar um pouco mais! Mas é justo, não é mesmo? Se dar ao luxo, por exemplo, de comer no Le Roy d’Espagne, local onde se hospedava o rei da Espanha e não querer pagar um pouquinho  a mais não dá ne? Mas, particularmente, não gostei muito das opções dali, até por que para o nosso bolso tava meio salgado haha Mas não só por isso, e sim porque a maioria não tinha menu em Inglês do lado de fora, e dá uma preguiça ter que entrar e pedir pra ver o menu. Sugiro que vá aos arredores da praça. Lá em cima citei a Grasmarkt, um lugarzinho cheio de opção e com preços melhores.

Não sugiro que você perca muito seu tempo se só tiver um dia como nós em Bruxelas. Coma por ali mesmo, até por que vale a pena! Você pode também ir na Rue des Bouchers, que é uma ruela medieval lotada de restaurantes que fica ao lado da Galeries Royales Saint-Hubert, que falei sobre lá em cima. O lugar é ótimo, além de super aconchegante e cheio de opções. Nós não fomos nele, mas ouvi dizer que o Chez Leon nessa rua é bem recomendado, cheio de pratos típicos como os mexilhões, as carbonnades flamandes e outros mais. Se você gosta de cerveja, pode aproveitar ali pertinho, logo em um beco à direita e passar no Delirium, com mais de 2 mil opções de cervejas, sendo um dos points para apreciar cerveja mais famoso da cidade.

Se você está atrás de batata frita, você pode ir até o Comics Café, onde dizem ser a melhor batata frita da cidade. Mas, se não, em quase todo restaurante você pode comer e verá que são as melhores batatas fritas da vida!!!!

Se você quer chocolates, você encontra em cada esquina praticamente! Todos são ótimos, mas você pode também comprar os mais finos (e mais caros também haha) na Godiva, e na tão falada Pierre Marcolini Chocolatier. Mas, em geral, as lojas com preços mais em conta também possuem chocolates belgas maravilhosos! Você estará bem servido em qualquer uma delas.

Nós acabamos almoçando no Brussels Grill, na Grasmarkt, e super recomendo! Tém pratos típicos e a comida estava maravilhosa!

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Foto: Chrystian Menezes/Priscilla Menezes

Museum of Natural Sciences

Continuando nosso roteiro, pegamos um ônibus na região da Grand Place (95 – Luxemburgo) até a nossa próxima parada: Museu de Ciências Naturais (entrada free com o Brussels card ou adulto 9 euros, com horário de terça a sexta das 9:30 às 17, localizado na Rue Vautier 29). Ficamos apaixonados pelo museu! Ele conta com uma coleção enorme de esqueletos de dinossauros, a maior da Europa e uma das mais importantes do mundo. Na área destinada à evolução, são expostos mais de 600 fósseis e 400 animais para mostrar as mudanças sofridas pelas criaturas com o passar dos anos para se adaptar à vida. Há também a sessão de insetos, minerais e pedras, com um total de mais de 30 milhões de itens entre materiais para fins de pesquisa e de exposição. O museu é enorme mas super fácil de andar, mas reserve algumas horinhas porque vale a pena.

Foto: Chrystian Menezes/Priscilla Menezes

Parque Cinquentenario e Museu Autoworld

Nossas duas próximas paradas com direito a muita batata frita haha O Parque do Cinquentenário é um lugar maravilhoso, enorme, e cheio de opções: pausa pra descansar, comida, diversão em família. Lá conseguimos fazer mais uma pausa e apreciar a bela paisagem do parque!

Seu arco Triunfal é seu cartão postal e, além de ser o segundo parque principal de Bruxelas, abriga 3 ótimos museus: o Museu de História Militar, o Museu do Cinquentenário e Autoworld. Desses três, só conseguimos ir no Autoworld, um museu com uma exposição enorme de carros de todas as épocas. Se você tem o Brussels card a entrada é free, se não, adulto 13 euros. Funciona das 10 às 18 hrs, e conta com um acervo no qual você conhecerá a origem do automóvel para depois passar pela Belle Epoque, a Grande Guerra, os “Anos Loucos”, os anos 30, a 2º Guerra Mundial, a década dos 1950 ou os Anos de Ouro na Europa. Para chegar até o Parque, pegamos a linha de ônibus 80 – Idalie, que nos levou do Museu de Ciências naturais direto para o Parque.

Foto: Chrystian Menezes/Priscilla Menezes

Atomium e Chinese Pavillion

Saindo do Parque, pegamos o ônibus 80 – Maes no Parque, que nos levou para a estação de metrô Montgomery. De lá, você pode pegar a linha 7 – Heysel, que te leva direto para o Atomium! Leva cerca de 35 minutos e o percurso é cheio de paisagens lindas da cidade.

A história do Atomium é bem interessante. Sendo um dos prédios mais emblemáticos de Bruxelas, ele foi construído para a Expo 58, também conhecida por Feira Mundial de Bruxelas, mas, ao invés de ser destruído após a exposição, ele acabou virando cartão postal da cidade! Dizem que o passeio por dentro é bem bacana, então, se tiver tempo, vale a pena conferir. Custa 11 euros e funciona das 10 às 18 e tem desconto com o Brussels card.

Infelizmente demos um azar que fez a gente ficar revoltado. Estava tendo uma festa muito louca no dia em todo ao arredor da estrutura, e era fechada! Eram vários palcos com várias músicas eletrônicas, um negócio bem louco e nem se quiséssemos, iríamos lá kkkk ! Ou seja, o vimos só por fora, de longe, e saímos de lá muito revoltados haha  Até prejudicou os nossos planos, que incluiam o Castelo Real de Laeken. Acabamos esquecendo desse ponto do nosso roteiro e seguimos direto para o Chinese Pavillion, que você pode ir pegando o mesmo metrô sentido contrário e descer uma parada depois. O lugar é um pouco abandonado e vazio, mas vale a pena dar uma passadinha se tiver tempo. É bem bonito e dá para dar uma relaxada no final do dia.

Foto: Chrystian Menezes/Priscilla Menezes

Na volta, mortos de cansados, paramos em um lugar que vendia um frango frito delicioso, compramos um pacote, com batata frita e uns outros negócios lá e fomos direto para o hotel, depois de dar mais uma passada a noite pelas ruas em volta da Grand Place. Estava tudo ótimo, muita gente bebendo (mas nenhuma confusão, pelo contrário, o povo europeu é bem civilizado), muito cheiro bom pelas ruas, e aquele clima gostoso que só Bruxelas tem!

Como nós iríamos acordar bem cedo no outro dia para ir para Bruges, achamos melhor ir para o Hotel, já que na sexta havíamos dado uma volta noturna pela cidade.

Para resumir todo esse post, só tenho uma coisa a dizer: Vá conhecer Bruxelas! Ignore quem diz que não vale a pena e que não se tem nada pra fazer. Tem TANTA coisa, que precisaríamos de uns três dias! Têm vários lugares maravilhosos pra ir que não citei no post, e que se você pesquisar, vai ver que a cidade vai muito além da Grand Place.

A batata frita é sim tudo isso que eles falam, o waffle é divino, e o cheiro de chocolate que as ruas têm é algo encantador! A cidade exala história, as pessoas são receptivas, o transporte funciona bem, tudo muito limpo e totalmente conservado.

Vá para a Bélgica. É um país lindo digno de ser colocado no roteiro.

E aí, achou útil esse post? Tem algo a dizer ou me perguntar? Alguma experiência legal em Bruxelas que você queira me contar? Deixe seu comentário ali em baixo que terei o maior prazer em responder!

Nos vemos no próximo post, fique ligado!

4 comentários em “Bruxelas em um dia: o que ver/fazer?

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